Adoçante havia entrado para a lista em 1981. Revisão de estudos mostrou que ele não causa câncer em humanos
O governo dos Estados Unidos tirou, esta terça-feira (14/12), o adoçante artificial sacarina da lista de substâncias perigosas para a saúde.
No Brasil a sacarina não é proibida. Em 2008 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reduziu o limite máximo da substância em alimentos industrializados de 130 mg por 100 ml para 56 mg por 100 ml.
A sacarina foi incluída na lista de substâncias perigosas em 1981, depois que se demonstrou que era a causa de câncer de bexiga em animais de laboratório.
No entanto, o Programa Nacional de Toxicologia e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer "reexaminaram a informação disponível sobre a sacarina e seus sais e concluíram que não tem potencial cancerígeno em humanos", destacou a EPA em um comunicado.
A EPA tirou a sacarina da lista depois de ter sido solicitado por uma associação que representa os vendedores de alimentos de baixas calorias, o Calorie Control Council.

