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AIDS

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Conteúdo exclusivo para o iG no Brasil e usado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos

Definição

A AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida) é o estágio final da doença do HIV, que causa danos severos ao sistema imunológico.

Causas, incidência e fatores de risco

Foto: ADAM

AIDS

Fatos importantes sobre a disseminação da AIDS:

  • A AIDS é a sexta causa de morte entre pessoas de 25 a 44 anos nos Estados Unidos, depois de ser a número um em 1995.
  • A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo morreram devido a essa infecção desde o começo da epidemia
  • Em 2008, havia aproximadamente 33,4 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV/AIDS, incluindo 2,1 milhões de crianças com menos de 15 anos.

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) provoca AIDS. O vírus ataca o sistema imunológico e deixa o corpo vulnerável a uma série de infecções e a vários tipos de câncer que apresentam risco de vida.

Bactérias, fungos, parasitas e vírus comuns que normalmente não causam doenças graves nas pessoas com um sistema imunológico saudável podem provocar doenças fatais em pessoas com AIDS.

O HIV foi encontrado na saliva, nas lágrimas, no tecido do sistema nervoso e no líquido da coluna vertebral, no sangue, no sêmen (inclusive no líquido pré-ejaculatório, que é o líquido que sai antes da ejaculação), na lubrificação vaginal e no leite materno. Entretanto, em geral, somente o sangue, o sêmen, as secreções vaginais e o leite materno transmitem a infecção para outras pessoas.

O vírus pode ser transmitido:

  • Por meio do contato sexual – incluindo sexo oral, vaginal e anal
  • Pelo sangue – via transfusões de sangue (atualmente, extremamente raro nos Estados Unidos) ou por compartilhar agulhas
  • De mãe para filho – uma mulher grávida pode transmitir o vírus para o feto pela circulação sanguínea compartilhada ou uma mulher amamentando pode transmitir o vírus para o bebê através do leite

Outras formas de disseminação do vírus são raras e incluem lesão acidental por agulha, inseminação artificial com sêmen doado por infectado e transplante de órgãos com órgãos infectados.

Foto: ADAM

HIV

A infecção pelo HIV NÃO é transmitida por:

  • Contato casual como abraçar
  • Mosquitos
  • Participação em esportes
  • Tocar objetos tocados anteriormente por uma pessoa infectada pelo vírus

A AIDS e a doação de sangue ou órgãos:

  • A AIDS NÃO é transmitida para uma pessoa que DOA sangue ou órgãos. As pessoas que doam órgãos para transplantes nunca estão em contato direto com aqueles que os recebem. Da mesma maneira, uma pessoa que doa sangue não entra em contato com a pessoa que recebe. Em todos esses procedimentos, são utilizadas agulhas e utilizados instrumentos esterelizados
  • Entretanto, o HIV pode ser transmitido para uma pessoa que RECEBE sangue ou órgãos de um doador infectado. Para reduzir o risco, os bancos de sangue e os programas de doação de órgãos examinam doadores, sangue e tecidos exaustivamente

As pessoas com maior risco de contrair HIV são:

  • Usuários de drogas injetáveis que compartilham agulhas
  • Bebês nascidos de mães com HIV que não receberam o tratamento contra o HIV durante a gravidez
  • Pessoas que praticam sexo sem proteção, principalmente com outras que têm comportamento de alto risco, que sejam HIV positivos ou que tenham AIDS
  • Pessoas que receberam transfusões de sangue ou produtos coagulantes entre 1977 e 1985 (antes que os exames do vírus se tornassem uma prática padrão)
  • Parceiros sexuais de pessoas que participam de atividades de alto risco (como o uso de drogas injetáveis ou o sexo anal).

Sintomas

A AIDS começa com a infecção pelo HIV. As pessoas infectadas podem não ter sintomas de HIV por 10 anos ou mais, mas ainda assim podem transmitir a infecção para outros durante esse período sem sintomas da doença. Se a infecção não é detectada e tratada, o sistema imunológico gradativamente se debilita e a AIDS se desenvolve.

A infecção aguda pelo HIV progride com o tempo (normalmente de algumas semanas a meses) para uma infecção assintomática (sem sintomas) e, depois, para uma infecção sintomática precoce por HIV. Posteriormente, ela progride para a AIDS (infecção avançada por HIV com contagem de células T CD4 abaixo de 200 células/mm3).

Quase todas as pessoas infectadas pelo HIV, se não tratadas, desenvolvem AIDS. Existe um pequeno grupo de pacientes que desenvolve a AIDS muito lentamente ou que nunca a desenvolvem. Esses pacientes são chamados de não progressores e podem ter uma diferença genética que impede que o vírus danifique seu sistema imunológico.

Os sintomas da AIDS são principalmente o resultado de infecções que normalmente não se desenvolvem em indivíduos com sistemas imunológicos saudáveis. Elas são chamadas de infecções oportunistas.

As pessoas com AIDS tiveram seu sistema imunológico atacado pelo HIV e são muito suscetíveis a essas infecções oportunistas.

Os sintomas comuns são:

  • Calafrios
  • Febres
  • Suor (principalmente durante a noite)
  • Glândulas linfáticas inchadas
  • Fraqueza
  • Perda de peso

Observação: A infecção inicial com HIV pode não produzir sintomas. Algumas pessoas, entretanto, apresentam sintomas similares à gripe, como febre, exantema, dor de garganta e linfonodos inchados, normalmente de 2 a 4 semanas depois de contrair o vírus. Algumas pessoas com infecção por HIV se mantém sem sintomas durante anos, entre a exposição ao vírus e o desenvolvimento da AIDS.

Exames e testes

A seguir, uma lista das infecções e dos tipos de câncer relacionados à AIDS que as pessoas com a doença podem ter à medida que a contagem de CD4 diminui. Anteriormente, a AIDS era definida como ter uma infecção por HIV e contrair uma dessas doenças adicionais. Hoje em dia, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention), uma pessoa pode ser diagnosticada com AIDS se tiver uma contagem de células CD4 abaixo de 200 células/mm3, mesmo se não tiver uma infecção oportunista.

A AIDS também poderá ser diagnosticada se uma pessoa desenvolver uma das infecções oportunistas e tipos de câncer que ocorrem mais frequentemente em pessoas infectadas pelo HIV. Essas infecções são incomuns em pessoas com um sistema imunológico saudável.

As células CD4 são um tipo de célula imunológica. Elas também são chamadas de "células T" ou "células auxiliares".

Muitas outras doenças e seus sintomas podem desenvolver-se, além das relacionadas aqui.

Comuns com contagem de CD4 abaixo de 350 células/mm3:

  • Vírus da herpes simples – causa úlceras/pequenas bolhas na boca ou nos genitais, acontece mais frequentemente e normalmente com maior gravidade em pessoas infectadas pelo HIV do que em pessoas sem infecção por HIV
  • Tuberculose – infecção pela bactéria da tuberculose que afeta os pulmões, mas pode afetar outros órgãos como o intestino, o revestimento do coração ou dos pulmões, cérebro ou revestimento do sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal)
  • Candidíase oral ou vaginal – infecção por fungos na boca ou na vagina
  • Herpes-zóster (cobreiro) – úlceras/pequenas bolhas em uma placa da pele, causadas pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo vírus que causa a varicela (catapora)
  • Linfoma não Hodgkincâncer dos linfonodos
  • Sarcoma de Kaposi – câncer de pele, pulmões e intestinos associados ao herpes-vírus (HHV-8). Pode acontecer com qualquer contagem de CD4, mas é mais provável em baixos níveis de CD4 e mais comum em homens do que em mulheres

Comuns com contagem de CD4 abaixo de 200 células/mm3:

  • Pneumonia por Pneumocystis carinii, "pneumonia PPC", agora chamada de pneumonia por Pneumocystis jiroveci, causada por um fungo
  • Candidíase esofágica – infecção dolorosa do esôfago provocada por fungos
  • Angiomatose bacilar – lesões na pele causadas por uma bactéria chamada Bartonella, que podem ser adquiridas por arranhões de gato

Comuns com contagem de CD4 abaixo de 100 células/mm3:

  • Meningite criptocócica – infecção por fungos da membrana do cérebro
  • Demência por HIV – deterioração da função mental, causada pelo próprio HIV
  • Encefalite por toxoplasma – infecção do cérebro por um parasita chamado de Toxoplasma gondii, que é frequentemente encontrado nas fezes dos gatos; causa lesões no cérebro
  • Leucoencefalopatia multifocal progressiva – uma doença do cérebro causada por um vírus (chamado vírus JC) que resulta em um declínio severo das funções mentais e físicas
  • Síndrome de emaciamento – perda extrema de peso e do apetite, causadas pelo próprio HIV
  • Diarreia por Cryptosporidium – diarreia extrema causada por um dos parasitas que afeta o trato gastrointestinal

Comuns com contagem de CD4 abaixo de 50/mm3:

  • Mycobacterium avium – uma infecção do sangue causada por uma bactéria relacionada à tuberculose
  • Infecção por citomegalovírus – uma infecção viral que pode afetar quase qualquer um dos sistemas de órgãos, principalmente o intestino grosso e os olhos

Além da contagem de CD4, um exame chamado nível de RNA do HIV (ou carga viral) pode ser usado para monitorar os pacientes. Os exames básicos de laboratório e o teste de Papanicolau cervical são importantes para monitorar a infecção por HIV, devido ao aumento do risco de câncer cervical em mulheres com o sistema imunológico comprometido. O Papanicolau anal, para detectar câncer em potencial, também pode ser importante para homens e mulheres infectados, mas seu valor não foi comprovado.

Tratamento

Atualmente, não existe cura para a AIDS. Contudo, existe uma série de tratamentos disponíveis que podem ajudar a manter os sintomas controlados e melhorar a qualidade de vida das pessoas que já desenvolveram os sintomas.

A terapia antirretroviral suprime a replicação do HIV no organismo. Uma combinação de várias drogas antirretrovirais, chamada de terapia antirretroviral altamente ativa (HAART), se mostrou muito eficaz na redução do número de partículas HIV na corrente sanguínea. Isso é medido pela carga viral (quantidade de vírus encontrada no sangue). Impedir a replicação do vírus pode aumentar a contagem de células T e ajudar o sistema imunológico a se recuperar da infecção por HIV.

A HAART não é uma cura para o HIV, mas se mostrou muito eficaz nos últimos 12 anos. As pessoas em tratamento com HAART, com níveis reduzidos de HIV, podem ainda assim transmitir o vírus por meio do sexo ou compartilhando agulhas. Existem boas evidências de que se os níveis de HIV permanecerem reduzidos e a contagem de CD4 permanecer alta (acima de 200 células/mm3), a vida poderá ser prolongada e aprimorada significativamente.

Porém, o HIV pode tornar-se resistente à HAART, principalmente em pacientes que não tomam os medicamentos diariamente nos horários indicados. Existem exames genéticos disponíveis para determinar se uma cepa do HIV é resistente a uma droga específica. Essas informações podem ser úteis para determinar a melhor combinação de drogas para cada pessoa e ajustar o regime de drogas se ele começar a falhar. Esses exames devem ser realizados cada vez que uma estratégia de tratamento começar a falhar e antes de começar o tratamento.

Quando o HIV se torna resistente à HAART, outras combinações de drogas devem ser usadas para tentar suprimir a cepa resistente do HIV. Existe uma série de novas drogas no mercado para tratar o HIV resistente.

O tratamento com a HAART tem complicações. A HAART é uma combinação de diferentes medicamentos, cada um com seus próprios efeitos colaterais.

Alguns efeitos colaterais comuns são:

  • Concentração de gordura nas costas ("giba") e abdôme
  • Mal-estar geral
  • Dor de cabeça
  • Náuseas
  • Fraqueza

Quando usados por muito tempo, esses medicamentos aumentam o risco de ataque cardíaco, talvez por aumentar os níveis de gordura e glicose (açúcar) no sangue.

Qualquer médico que prescrever a HAART deve observar o paciente atentamente para detectar possíveis efeitos colaterais. Além disso, exames de sangue de rotina medindo a contagem de CD4 e a carga viral do HIV devem ser feitos a cada 3 meses. O objetivo é obter a contagem de CD4 o mais próximo possível da normal e reduzir a quantidade de vírus HIV no sangue a um nível em que não possa ser detectado.

Outros medicamentos antirretrovirais estão sendo investigados. Além disso, os fatores de crescimento que estimulam o crescimento celular, como a eritropoietina (Epogen) e o filgrastim (G-CSF ou Neupogen) são usados algumas vezes para tratar a anemia e a baixa contagem de leucócitos associados à AIDS.

Também são usados medicamentos para prevenir infecções oportunistas (como a pneumonia Pneumocystis jiroveci) caso a contagem de CD4 seja suficientemente baixa. Isso mantém os pacientes com AIDS mais saudáveis por períodos mais longos. As infecções oportunistas são tratadas quando ocorrem.

Grupos de apoio

Muitas vezes, participar de grupos de apoio, em que os membros compartilham experiências e problemas, pode ajudar a diminuir o estresse emocional de doenças devastadoras.

Evolução (prognóstico)

No momento, não existe cura para a AIDS. Ela é sempre fatal quando não há tratamento. Nos Estados Unidos, a maioria dos pacientes sobrevive por muitos anos depois do diagnóstico devido à disponibilidade da HAART. A HAART aumentou drasticamente o tempo de sobrevivência das pessoas com HIV.

A pesquisa sobre tratamentos medicamentosos e o desenvolvimento de vacinas continua. Contudo, os medicamentos para o HIV não estão sempre disponíveis nos países em desenvolvimento, onde a epidemia é mais devassadora.

Complicações

Quando uma pessoa é infectada com o HIV, o vírus começa lentamente a destruir o sistema imunológico da pessoa. A velocidade desse processo difere em cada indivíduo. O tratamento com a HAART pode ajudar a reduzir ou interromper a destruição do sistema imunológico.

Uma vez que o sistema imunológico é gravemente afetado, a pessoa tem AIDS e está suscetível a infecções e cânceres que a maioria dos adultos saudáveis não teria. Entretanto, o tratamento antirretroviral ainda pode ser muito eficaz, mesmo nesse estágio da doença.

Ligando para o médico

Marque uma consulta com seu médico se tiver algum dos fatores de risco para a infecção por HIV ou se desenvolver os sintomas da AIDS. Por lei, o exame de AIDS deve ser confidencial. Seu médico analisará os resultados do exame com você.

Foto: ADAM

Infecção primária por HIV

Prevenção

  1. Consulte o artigo sobre sexo seguro para saber como reduzir a probabilidade de adquirir ou transmitir o HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis
  2. Não utilize drogas ilícitas nem compartilhe agulhas ou seringas. Agora, muitas comunidades têm programas de intercâmbio de agulhas, em que você pode desfazer-se das seringas usadas e obter seringas novas esterilizadas. Esses programas também oferecem referências para o tratamento da dependência
  3. Evite o contato com o sangue de outra pessoa. Roupas, máscaras e óculos protetores podem ser apropriados para atender pessoas feridas
  4. Qualquer pessoa que tenha um exame positivo de HIV pode transmitir a doença e não deve doar sangue, plasma, órgãos nem esperma. As pessoas infectadas devem contar a qualquer parceiro sexual que possuem HIV positivo. Elas não devem trocar líquidos durante a atividade sexual e devem usar todas as medidas preventivas (como preservativos) para dar ao parceiro a máxima proteção
  5. As mulheres HIV positivas que queiram engravidar devem buscar aconselhamento sobre o risco para o feto e os métodos para evitar que o bebê seja infectado. O uso de certos medicamentos reduz drasticamente a probabilidade de que o bebê seja infectado durante a gravidez
  6. O Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos recomenda que as mulheres infectadas por HIV evitem amamentar para impedir que o HIV seja transmitido a seus bebês pelo leite materno
  7. As práticas de sexo seguro, como o uso de preservativos de látex, são altamente eficazes em prevenir a transmissão do HIV. PORÉM, existe um risco de adquirir a infecção mesmo com o uso de preservativos. A abstinência é a única forma segura de evitar a transmissão sexual do HIV

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DSTs e nichos ecológicos

O comportamento sexual mais arriscado é o sexo anal receptivo desprotegido. O comportamento sexual menos arriscado é receber sexo oral. Praticar sexo oral em um homem está associado a algum risco de transmissão do HIV, mas é menos arriscado que a relação sexual vaginal desprotegida.

A transmissão da mulher para o homem é muito menos provável do que a transmissão do homem para a mulher. Praticar sexo oral em uma mulher que não esteja em seu período menstrual tem um baixo risco de transmissão.

Os pacientes HIV positivos que tomam medicamentos antirretrovirais têm menos probabilidade de transmitir o vírus. Por exemplo, as mulheres grávidas que estão em tratamento efetivo no momento do parto e que têm níveis indetectáveis de carga viral transmitem o HIV para seus bebês em menos de 1% das vezes, comparado com cerca de 20% das vezes quando os medicamentos não são utilizados.

O fornecimento de sangue dos Estados Unidos é um dos mais seguros do mundo. Praticamente todas as pessoas infectadas com HIV por transfusões de sangue receberam essas transfusões antes de 1985, ano em que passou a ser feito o exame de HIV em todo o sangue doado.

Se você acha que foi exposto ao HIV, procure atendimento médico IMEDIATAMENTE. Existem algumas evidências de que um tratamento imediato com drogas antivirais pode reduzir a probabilidade de que você seja infectado. Isso é chamado de profilaxia pós-exposição (PEP) e tem sido utilizado para impedir a transmissão para trabalhadores da área da saúde feridos por agulhas.

Há poucas informações disponíveis sobre a eficácia da PEP para pessoas expostas ao HIV por meio de atividade sexual ou uso de drogas injetáveis. Contudo, se você acha que foi exposto, converse sobre a possibilidade com um especialista informado (consulte as organizações locais de AIDS para obter as informações mais recentes) o mais breve possível. Qualquer pessoa vítima de estupro deve ter acesso à PEP e considerar seus potenciais riscos e benefícios.

Referências

Piot P. Human immunodeficiency virus infection and acquired immunodeficiency syndrome: A global overview. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier;2007:chap 407.

Del Rio C, Curran JW. Epidemiology and prevention of acquired immunodeficiency syndrome and human immunodeficiency virus infection. In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 118.

Sterling TR, Chaisson RE. General clinical manifestations of human immunodeficiency virus infection (including the acute retroviral syndrome and oral, cutaneous, renal, ocular, metabolic, and cardiac diseases). In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 121.

Atualizado em 9/6/2011, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine; and Jatin M. Vyas, MD, PhD, Assistant Professor in Medicine, Harvard Medical School, Assistant in Medicine, Division of Infectious Disease, Department of Medicine, Massachusetts General Hospital. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.

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