A depressão pode ser descrita como uma sensação de tristeza, infelicidade, abatimento ou pesar. A maioria de nós já se sentiu assim em algum momento, por um período breve.
A depressão clínica é um transtorno de humor no qual a sensação de tristeza, pesar, raiva e frustração interfere na vida diária por um longo período.
A depressão também pode ser:
Tristeza; Vazio; Desânimo; Melancolia
Depressão e insônia
Os sintomas de depressão incluem:
Baixa autoestima é comum com a depressão. Explosões repentinas de raiva e falta de prazer em atividades que você pratica normalmente, incluindo sexo, também são comuns.
Crianças deprimidas talvez não apresentem os sintomas clássicos que se manifestam na depressão em adultos. Preste atenção especialmente em mudanças no desempenho escolar, nos hábitos de sono e no comportamento. Se você acha que seu filho pode estar deprimido, vale a pena procurar um médico.
Os principais tipos de depressão incluem:
Depressão e ciclo menstrual
Outras formas comuns de depressão incluem:
Uma forma de depressão exclusiva das mulheres, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é uma síndrome de sintomas depressivos desencadeados pela flutuação hormonal mensal. A depressão também pode se alternar com uma fase maníaca (também chamada de psicose maníaco-depressiva ou transtorno bipolar).
A depressão pode ser mais comum em mulheres do que em homens, mas talvez isso se deva ao fato de que as mulheres procuram ajuda com mais frequência do que os homens. A depressão também é especialmente comum durante a adolescência.
A depressão muitas vezes é genética. A causa pode estar nos seus genes (herança genética), em comportamento adquirido ou ambos. Mesmo que devido aos seus genes você tenha mais tendência a ter depressão, um evento estressante ou trágico costuma provocar o princípio de um episódio depressivo.
Vários fatores podem causar depressão, incluindo:
Se você está deprimido há 2 semanas ou mais, procure um médico, que poderá oferecer opções de tratamento.
Seja qual for o tipo e a gravidade de sua depressão, as seguintes medidas de cuidados em casa podem ajudar:
Se sua depressão ocorre nos meses de outono ou inverno, experimente a fototerapia, com o uso de uma lâmpada especial que imita a luz do sol.
Se você apresentar depressão moderada ou grave, o plano de tratamento mais eficaz provavelmente envolverá uma combinação de psicoterapia, mudanças no estilo de vida e medicação.
Ligue para 192 ou para um telefone de ajuda para quem cogita o suicídio, ou procure o atendimento de emergência mais próximo se você tem pensado em causar danos a si próprio ou a outras pessoas.
Ligue para o médico se:
Um histórico completo, uma entrevista psiquiátrica e um exame físico serão realizados para tentar classificar sua depressão como leve, moderada ou grave e para verificar se há uma causa subjacente e tratável (como o abuso de álcool ou uma tireoide inativa). A hospitalização costuma ser recomendada diante da possibilidade de comportamentos suicidas.
Provavelmente serão explorados os problemas e eventos associados aos seus sintomas de depressão.
O médico fará perguntas sobre:
O tratamento poderá variar de acordo com a causa e a gravidade dos seus sintomas depressivos, assim como suas preferências pessoais. Para a depressão leve, orientação psicológica e práticas de cuidados caseiros sem medicação podem ser o suficiente. A terapia mais eficaz para depressão moderada ou grave é uma combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia (terapia por meio da conversa).
Seu médico poderá conduzi-lo a um psiquiatra se sua depressão for moderada ou grave, ou se o quadro não apresentar melhoras com o tratamento inicial.
Hábitos de estilo de vida saudáveis podem ajudar a prevenir a depressão e a diminuir as chances de uma recaída. Psicoterapia e antidepressivos também podem diminuir a probabilidade de você ter depressão novamente.
A psicoterapia pode ajudá-lo em períodos de dor, estresse ou tristeza. A terapia familiar pode ser especialmente importante para adolescentes que se sentem infelizes.
Manter o contato com outras pessoas é muito importante para evitar a depressão.
Fava M, Cassano P. Mood disorders: Major depressive disorder and dysthymic disorder. In: Stern TA, Rosenbaum JF, Fava M, Biederman J, Rauch SL, eds. Massachusetts General Hospital Comprehensive Clinical Psychiatry. 1st ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008:chap 29.
American Psychiatric Association. Practice guidelines for the treatment of patients with major depressive disorder. 2nd ed. September 2007.
Atualizado em 29/3/2011, por: Fred K. Berger, MD, Addiction and Forensic Psychiatrist, Scripps Memorial Hospital, La Jolla, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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