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Só este ano, 85 morreram vítimas do vírus A H1N1, o causador da gripe suína

Agência Estado

Para se proteger contra o vírus H1N1, transmitido por via respiratória, a principal recomendação dos infectologistas é evitar o contato com pessoas infectadas em conglomerados ou lugares fechados.

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O médico André Villela Lomar, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), reconhece que a regra é de difícil aplicação para quem usa o transporte público, por exemplo.

A estratégia mais eficaz, portanto, é tomar a vacina contra a influenza, principalmente para os grupos de risco formados pelos idosos, crianças, grávidas e imunodeprimidos.

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O desafio, no entanto, será encontrar as vacinas. Nas redes privadas já não há mais doses disponíveis.

"Nossa rede, por exemplo, não tem mais estoque e não há como comprar, porque os fabricantes também não têm", afirma Ricardo Cunha, médico responsável pelo setor de vacina do laboratório Delboni. Segundo ele, os laboratórios privados do País receberam cerca de 6 milhões de doses neste ano.

"Quando começaram as mortes, a população correu e consumiu tudo o que havia".

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Para diminuir o risco de epidemia, cabe às pessoas com casos suspeitos evitar a disseminação do vírus.

"Quem amanhecer com quadro de febre alta, malestar e dor no corpo, o ideal é não ir trabalhar para impedir a contaminação de outras pessoas", diz a médica Rosana Richtmann, presidente da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI). As informações são do jornalO Estado de S. Paulo.

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