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Toda criança menor de 5 anos deve ser vacinada. Ministério da Saúde pretende imunizar 95% dos paulistas nesta faixa etária

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Menino toma vacina contra poliomelite em São Carlos (SP)
AE
Menino toma vacina contra poliomelite em São Carlos (SP)
Um novo balanço da Secretaria de Estado da Saúde, divuldado neste sábado, afirma que 1,5 milhão de crianças foram vacinadas contra a paralisia infantil até as 14h todo o Estado de São Paulo. Esta segunda fase da campanha pretende imunizar 2,9 milhões de crianças menores de cinco anos contra a doença. O número corresponde a 95% dos 3,05 milhões de paulistas nesta faixa etária.

Para quem perdeu a campanha deste sábado na cidade de São Paulo, as salas de vacina do Instituto Pasteur e das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda estarão abertas no domingo, das 8h às 20h, para imunizar as crianças.

Para esta segunda fase da campanha foram mobilizados 14.353 postos de vacinação fixos e volantes em todo o Estado, além de 51 mil profissionais de saúde, 3,8 mil veículos e sete barcos. A primeira etapa da campanha ocorreu em 12 de junho.

Além da vacina contra a poliomielite, as crianças que foram aos postos de saúde puderam colocar em dia sua caderneta de vacinação, recebendo doses de vacinas como a Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo B), Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite.

O Estado de São Paulo não registra casos de paralisia infantil desde 1988, mas a vacinação de crianças continua sendo importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia, representando, portanto, uma ameaça à população mundial.

"A vacinação contra a paralisia infantil é fundamental para garantir que o vírus causador da doença não entre novamente no Estado de São Paulo e no País. Por isso é muito importante que as crianças sejam levadas aos postos de saúde", afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

Causada pelo poliovírus selvagem, a poliomielite é caracterizada por febre, mal-estar, cefaleia e pode causar paralisia. A vacina é segura e os efeitos colaterais são extremamente raros, conforme a Secretaria. 

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