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Segundo o presidente, é preciso analisar modelo comercial e de propriedade intelectual existente no mundo e encontrar alternativas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (30) que é necessário produzir alternativas para ampliar o acesso da população mundial a medicamentos usados no tratamento contra a aids. A afirmação foi feita em cerimônia no Palácio do Itamaraty para lembrar o Dia Mundial de Luta contra a Aids/HIV.

Segundo Lula, é preciso analisar o modelo comercial e de propriedade intelectual existente no mundo e encontrar alternativas para fazer frente às medidas restritivas sofridas por países mais pobres, sobretudo os africanos. Ele disse que, além do combate à fome, é essencial a luta contra a aids naquele continente para o surgimento de uma nova África, que poderá fazer um mundo mais justo, mais igualitário.


Lula afirmou que a partir de 1º de janeiro entrará em férias, não tanto para descansar do período de governo (oito anos), mas pelas três eleições que disputou. Lula disse que depois do período de descanso ele gostaria de trabalhar contra o preconceito. "Eu fui vítima do preconceito. Sei o que é preconceito contra os pobres, contra negros, contra a mulher. Naquilo que depender de mim, pode contar", afirmou Lula, para quem o preconceito é uma das mais danosas doenças.

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