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A heptavalente deve substituir a pentavalente e a pólio injetável, que entram no calendário a partir de agosto

O governo vai incluir no calendário de saúde das crianças a vacina heptavalente no prazo de quatro anos, com capacidade de imunizar contra sete doenças de uma única vez.

O Ministério da Saúde assinou hoje (18) um acordo para desenvolver a nova vacina em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto Butantan e a Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia que será usada é resultado de um acordo entre a Fiocruz e o laboratório privado Sanofi Pasteur.

A heptavalente deve substituir a pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b e hepatite B) e a pólio injetável, que entram no calendário a partir do segundo semestre deste ano, além da de meningite C conjugada.

Leia: Crianças vão receber vacina 5 em 1 a partir de agosto

De acordo com o ministro Alexandre Padilha, além de proteger de várias doenças com apenas uma injeção, as vacinas combinadas, como a penta e a hepta, evitam que os pais tenham de levar os filhos tantas vezes aos postos de saúde.

O governo anunciou hoje a inclusão da vacina injetável contra poliomielite e a pentavalente no calendário a partir do segundo semestre deste ano.

A pólio de injeção será dada aos bebês de 2 e 4 meses de idade. A gotinha, também contra a paralisia infantil, será mantida e aplicada nos reforços aos 6 e 15 meses de idade.

* Por Carolina Pimentel

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