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Parece que não, mas tem gente que tem medo até de mulher bonita; veja outras fobias estranhas e como se curar delas

O medo acompanha o ser humano desde que o mundo é mundo. Em excesso, no entanto, pode ser caracterizado de fobia. Além das mais comuns, que são de altura, de sangue, de lugares fechados, de insetos ou do escuro, por exemplo, existem fobias pouco comuns, como... ter medo de trabalhar.

Sim, a ergofobia é um medo excessivo do trabalho. As pessoas que sofrem desse mal tendem a ser chamadas de preguiçosas, mas, no fundo, é um medo irracional que a envolve e clama por tratamento.

Há também quem tenha medo de ficar careca. É a falacrofobia. Outros têm coulrofobia, mais conhecido por medo de palhaços. E o medo excessivo de ter rugas também tem nome: ritifobia.

Parece brincadeira, mas as fobias não são frescuras. O medo é irracional – de algo que não oferece real perigo - e incapacitante. Se a pessoa quiser se livrar dele, provavelmente precisará de psicoterapia.

A terapia cognitivo comportamental é uma técnica psicoterápica muito usada no tratamento desses medos. O psicólogo consegue expor a pessoa ao objeto fóbico e fazer com que ela se ‘acostume’ ao objeto. A exposição, claro, é gradativa para que o fóbico não passe mal.

A hipnose é também uma técnica usada – com bastante eficácia – para o tratamento das fobias. O método consegue fazer a pessoa vivenciar as situações que causam medo de uma forma imaginária, mas com as mesmas sensações reais. Sob as sugestões do hipnólogo, ela aprende a lidar com o medo e controlar o estresse que ele causa. O problema é que nem todos são suscetíveis à hipnose. Estima-se que de 10% a 15% da população conseguem ser hipnotizadas.

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