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Após três anos proibidos, os emagrecedores voltaram às prateleiras das farmácias, autorizados pela Anvisa; o uso e os efeitos do medicamento, no entanto, dividem médicos

Os inibidores de apetite geraram muita polêmica ao serem proibidos e, posteriormente, liberados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ferramenta importante prescrita por endocrinologistas para auxiliar no emagrecimento, o medicamento também ganhou fama de vilão por causa de efeitos colaterais, como taquicardia, arritmia e até mesmo depressão.

Legislação:

Senado libera venda de inibidores de apetite com anfetaminas
Sociedades médicas pressionam Congresso para liberar remédios para emagrecer

Médicos que defendem o uso desses medicamentos dizem que o remédio é uma importante ferramenta no combate da obesidade. Outros já defendem a reeducação alimentar em vez de alguma droga que pudesse eliminar os quilos extras. Além disso, defendem que, na falta de uma reeducação alimentar, ao interromper o uso dos inibidores de apetite, a pessoa voltará a ganhar peso.

O iG convidou o nutrólogo André Veinert e a nutricionista Sonia Trecco, que atua no Hospital das Clínicas. Confira o programa:



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