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No Brasil, pessoas que doam sêmen têm a identidade protegida por lei. Nesses casos, o sigilo é fundamental ou o filho têm o direito de conhecer sua origem biológica?

A garantia do anonimato na doação de gametas ou óvulos para inseminação artificial é um tema polêmico. Cada país tem uma legislação específica para regulamentar as técnicas de reprodução assistida.

No Brasil, o nome dos doadores são mantidos sob sigilo. A mãe do bebê não sabe quem é o pai biológico e a criança, quando cresce, também continua impossibilitada de ter acesso a esse registro. Saber quem é o pai biológico em caso de inseminação artificial é saudável ou o sigilo é fundamental nesses casos?

Para debater esse assunto, o programa "Desafio" recebe o psicólogo Alexandre Bez e o ginecologista da clínica de reprodução humana Mater Prime, Giuliano Bedoschi. Assista ao vídeo e dê sua opinião nos comentários:

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