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Estudos com a rivaroxabana revelam que a nova droga não precisa de monitoramento constante e reduz as chances de sangramento

Especialistas afirmam que é possível prevenir o AVC (Acidente Vascular Cerebral) em boa parte dos pacientes com fibrilação atrial - um tipo de arritmia cardíaca comum, que afeta principalmente as pessoas com idade avançada - com o uso de anticoagulantes modernos, como a rivaroxabana.

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Um estudo apresentado no encontro anual da American Heart Association, em Orlando, nos Estados Unidos, mostrou que a substância inibe a formação de trombos nos átrios. “A grande maioria dos pacientes que convivem com a fibrilação atrial e que são candidatos a ter uma embolia cerebral ou um derrame precisam de uma substância anticoagulante para afinar o sangue e evitar que se formem coágulos ”, explica o cardiologista Ricardo Pavanello.

Segundo o médico, a rivaroxabana reduz a chance de sangramentos e não necessita da monitoração constante. “Esse é um benefício grande para os pacientes e que foi mostrado num estudo chamado ROCKET. Essa droga foi testada em pessoas com síndrome coronariana aguda e se mostrou segura e eficaz na prevenção de óbitos e infartos”, acrescentou o especialista.

As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no Brasil , responsáveis por quase 32% de todos os óbitos. Além disso, é a terceira maior causa de internações no país.

* A repórter viajou a convite da farmacêutica Bayer

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