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As chances de um sobrevivente de ataque cardíaco ter outro e morrer durante o ato sexual são de um entre 33 mil

A prática sexual é segura para a maioria dos pacientes do coração que tiverem passado por um ataque cardíaco ou uma cirurgia, garante estudo de especialistas americanos. A pesquisa ressalta ainda que menos de 1% dos ataques são provocados pela atividade sexual.

Sexo faz bem ao coração
Getty Images
Sexo faz bem ao coração


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Caminhoneiros têm alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares

Se o paciente conseguir caminhar sem problemas e subir dois lances de escadas sem ter dor no peito, fraqueza ou um ritmo cardíaco anormal, isto significa que está pronto para voltar a ter relações sexuais, segundo as diretrizes contidas no estudo da American Heart Association (AHA). No entanto, os autores do estudo fazem a ressalva que todos os pacientes devem consultar seus médicos antes de retomarem suas vidas sexuais.

O diretor do InCor Roberto Kalil Filho fala sobre os mitos que cercam a relação entre o sexo e a saúde do coração: 


Números

Menos de 1% de todos os ataques cardíacos são provocados pela atividade sexual, e a probabilidade cai ainda mais em pessoas que fazem exercícios com regularidade, de acordo com a AHA.

As chances de um sobrevivente de ataque cardíaco ter outro e morrer durante o ato sexual são de um entre 33 mil.

De volta à atividade sexual

Os especialistas da AHA aconselham, no entanto, que os sobreviventes de um ataque cardíaco esperem pelo menos uma semana antes de retomarem a atividade sexual e que aqueles que passaram por uma cirurgia aguardem entre seis e oito semanas.

*com Coração e Vida

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