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Ministério ficou um ano sem comprar o preservativo por causa dos custos. Valor caiu de R$ 7 para R$ 1,36 a unidade

camisinha feminina no SUS
TriciaVieira/Fotoarena
camisinha feminina no SUS
Após ficar 12 meses sem fazer parte dos métodos contraceptivos distribuídos de graça nos postos de saúde, a camisinha feminina volta a ser opção de prevenção de aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) para usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

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O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira, dia 20, a compra de 20 milhões de unidades do preservativo feminino pelo custo de R$ 1,36 cada. O motivo da parada da distribuição no ano passado, afirma o Programa Nacional de DST e Aids, foi justamente o preço deste tipo de método contraceptivo. Até então, cada uma custava cerca de R$7, sendo que o preservativo masculino é adquirido por R$ 0,36.

Após negociar com o fabricante, o Ministério conseguiu reduzir o valor. Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas a populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade, sendo elas as profissionais do sexo, mulheres em situações de violência doméstica e sexual, pessoas vivendo com HIV/aids, usuárias de drogas e seus parceiros.

No mesmo grupo estão ainda as mulheres com DST, as de baixa renda e usuárias do serviço de atenção à saúde da mulher que tenham dificuldade de negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro.

Juntamente com a distribuição dos novos preservativos, o Ministério da Saúde irá realizar diversas atividades para discutir com a sociedade civil e com os profissionais de saúde as estratégias de promoção do uso adequado da camisinha feminina.

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