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Pontos da lei de reforma do sistema de saúde dos Estados Unidos, a principal prioridade doméstica do presidente Barack Obama, terão de voltar à Câmara dos Representantes para ser votados novamente em consequência de um erro de procedimento, anunciou o porta-voz do líder da maioria democrata no Senado.

"Depois de horas tentando bloquear o texto, os republicanos encontraram dois dispositivos relativamente menores que constituem vícios de procedimento do Senado e vamos ter de enviar novamente o texto à Câmara de Representantes (depois de sua adoção pelo Senado)", declarou na quarta-feira à noite Jim Manley, porta-voz do líder da maioria na Casa, Harry Reid.

AFP
Obama sanciona reforma da saúde na Casa Branca

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A notícia inesperada não parece pôr em risco a eventual adoção das mudanças à lei da reforma da saúde, cuja parte principal já foi assinada por Obama na terça-feira , dois dias depois de os democratas da Câmara de Representantes conseguirem aprová-la com 219 votos a favor e 212 contrários após meses de difíceis negociações.

Um dia depois de Obama assinar a lei, o Senado iniciou um debate em que foram propostas dezenas de emendas ao texto. Manley afirmou que as irregularidades nos dispositivos se referem ao "ensino superior", mas não entrou em detalhes.

Os democratas pretendem aprovar as mudanças por separado para evitar que os republicanos obstruam o procedimento e o atrasem de modo indefinido.

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