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A reforma da saúde promovida pelo presidente Barack Obama foi http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/22/camara+dos+eua+aprova+reforma+da+saude+9435183.htmlaprovada neste domingo pela Câmara de Representantes e aproximou o país do sistema de cobertura de saúde universal.

Esses são alguns dos principais pontos da proposta:

- Novas regras mais rígidas para os segurados: a proposta proíbe às empresas de seguros práticas como negar coberturas para pessoas com enfermidades, deixá-las de fora quando adoecem e restrições da aplicação dos limites anuais.

- Não haverá "opção pública": depois de uma disputa de um ano, os aliados democratas de Obama optaram por não incluir um programa apoiado pelo governo que competia com as seguradoras privadas. Opção pública era considerado por analistas e seus defensores como a melhor maneira de reduzir os custos.

- Novos mercados de seguros: em vez da "opção pública", a proposta cria novos mercados estatais para que os americanos sem cobertura médica paga pelo empregador possam adquirir um seguro.

- Requerimentos, subsídios: pela primeira vez na história dos Estados Unidos, a maioria dos americanos será obrigada a adotar um seguro de saúde se quiser evitar multas. As empresas maiores poderão se expor a sanções econômicas caso não ofereçam cobertura médica a seus funcionários. Mas a proposta também oferece subsídios para ajudar aqueles que ganham razoavelmente para se classificar para uma cobertura por meio do programa Medicaid - para os pobres.

- Benefícios em medicamentos para os idosos: o projeto oferece uma devolução para os idosos, que ficavam de fora do pagamento de medicamentos previsto no Medicare por causa de uma lacuna legal.

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