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São Paulo sediará evento para discutir avanços e desafios na área

O chamado turismo de saúde – modalidade em que pacientes em busca de custos menores e melhor qualidade deslocam-se das cidades onde vivem para realizar tratamento médico-hospitalar – está ganhando força no Brasil, tendo à frente a cidade de São Paulo.

Estima-se que pelo menos 50 mil das 900 mil pessoas que viajaram para a capital paulista para tratar da saúde em 2009 são estrangeiros, principalmente americanos, angolanos e europeus.

O incremento do setor, que movimenta globalmente US$ 60 bilhões por ano, está criando nichos promissores de negócios para algumas empresas. Uma delas é a Prime Medical Concierge, criada há três anos pela ex-executiva do setor hoteleiro Mariana Palha, que oferece da hospedagem à medicação que o turista vai usar em sua viagem.

A Prime, que atua basicamente em São Paulo, cuida a cada mês de cerca de 20 clientes, cujos gastos ficam em média em US$ 120 por dia. "Temos crescido 20% ao ano", diz Mariana, que é uma das organizadoras do "Medical Travel Meeting Brazil", marcado para o período entre 25 e 28 de agosto em São Paulo.

"O Brasil está começando a disputar com a Índia, Cingapura e Malásia, que são líderes do setor."

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