De acordo com o novo boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais , subiu para 21 os casos notificados de suspeita de intoxicação exógena por dietilenoglicol, após o consumo de cervejas Backer . Isto seria o motivo para que pessoas apresentassem os sintomas da síndrome nefroneural. São 19 homens e duas mulheres.

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Lote de cerveja da fabricante Backer está contaminado e já são 21 pessoas intoxicadas, além de quatro mortos

Até o momento, quatro pessoas morreram em decorrência da síndrome. O dietilenoglicol foi encontrado em apenas uma das vítimas fatais e em três que estão internadas. O delegado Flávio Grossi, que preside o inquérito, pediu a exumação do corpo de uma mulher de 60 anos, que morreu em 28 de dezembro do ano passado, para tentar encontrar a substância.

Nesta segunda-feira (20), quatro testemunhas prestaram depoimentos à Polícia Civil. De acordo com o órgão, elas são parentes das vítimas — algumas hospitalizadas e uma morta. O objetivo é entender sobre os acontecimentos que antecederam à intoxicação.

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Também nesta segunda, outras equipes da Polícia Civil estiveram na cervejaria para sanar dúvidas acerca da linha de produção. Mais amostras de cervejas Backer foram recolhidas. As amostras recolhidas na semana passada, tanto da cervejaria, quanto da empresa química que vendia o monoetilenoglicol, continuam sendo analisadas pelas equipes de peritos do Instituto de Criminalística (IC). Ainda não há previsão para a conclusão dos laudos, informou a polícia, por meio de nota.

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