ônibus circulando em Fortaleza
Reprodução / G1 Ceará / Imagem ilustrativa
ônibus circulando em Fortaleza

68% dos brasileiros consideram “muito arriscado” usar transporte público em meio à  pandemia do novo coronavírus (Sars-coV-2). Outros 25% veem risco médio, e 3% acham que a atividade não é nem nada arriscada. Os dados são de um levantamento realizado pelo PoderData em parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação.

Para frear a Covid-19 , em março, governantes decreteram inúmeras medidas de restrição e o transporte público também afetado. Após seis meses, o Brasil começa a retomar a economia abrindo bares, restaurantes e trazendo à nova realidade o meio de locomoção da população geral. 

Os 2 Estados mais populosos da região Norte (Pará e Amazonas), por exemplo, tiveram colapso nos sistemas de saúde. O número de mortos diários disparou de abril a maio. Agora, em ambos há tendência de queda.

Apesar disso, na região, há menos temor com a doença do que no resto do país. Entre os moradores do Norte, 47% consideram “muito arriscado” usar transporte público –21 pontos percentuais abaixo da média nacional. No Centro-Oeste, essa taxa é de 75%.

No restante do país, a taxa oscila entre a casa dos 60 e 70. No Suldeste, 73% acham "muito arriscado" andar de transporte público, no Sul e no Nordeste são 66%. 

Os dados foram coletados de 17 a 19 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 481 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

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