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Retorno às salas de aula traz debate sobre segurança nos ambientes

Apesar dos protocolos de segurança sanitária, obrigatórios em todos os centros de ensino, e do retorno opcional às salas de aula, muitos pais ainda não se sentem seguros em enviar seus filhos para a ascola após reabertura das instituições, nesta quarta-feira (7). Questionado pela repórter do iG, Eduarda Esteves, sobre o possível isolamento de alunos infectados, o secretário de Educação do estado, Rossieli Soares, afirnoi que cada caso será observado em sua individualidade.

"Nossa primeiro orientação é que a criança que manifestar qualquer sintoma não deve comparecer à escola. O mesmo vale para quem mora com alguém que está sintomático: o pai está com tosse, coriza, dor no corpo? não vai para a escola", orienta. Caso algum aluno ou funcionário receba o diagnóstico da doença, Rossieli explica que a prioridade será monitorar os contactantes. "Com quem aquele professor falou? em quais turmas ele deu aula? nós precisamos saber de tudo isso", diz.

Ainda segundo o secretário, as turmas com dois ou mais alunos confirmados para a doença poderão ser isoladas, mas "cada caso deve ser observado em seu contexto". A mesma regra vale para professores e turmas nas quais lecionam.

Governo de SP vai testar alunos e profissionais

Para tentar identificar e isolar casos assintomáticos da doença e medir os efeitos do retorno às salas de aula no avanço da pandemia, o governo de São Paulo anunciou que vai testar 10 mil estudantes e 9,3 profissionais da educação na rede estadual.

Inicialmente, os testes serão feitos em alunos e profissionais de cem escolas, distribuídas em 20 cidades em diversas regiões do estado. A seleção das unidades escolares participantes será feita por sorteio. Em cada escola, serão testados cem alunos e todos os servidores. Segundo o governo, a aplicação de testes RT-PCR também será estendida a pessoas sem sintomas devido à possibilidade de infecções em fase inicial de contágio.

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