Mão de enfermeiro segurando seringa
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Brasil tem enfrentado a escassez de agulhas e seringas em meio à grande procura no mundo todo

O Ministério da Saúde proibiu neste domingo (3) a exportação de seringas e agulhas após  fracassar em garantir a compra de 331 milhões de unidades desses insumos para fazer a imunização da população contra a Covid-19 . No dia 29 de dezembro, a pasta conseguir garantir apenas 7,9 milhões desses itens, o que corresponde a 2,4% do total previsto no contrato.

A falta desses materiais ocorre em meio a uma corrida para vacinação no mundo inteiro e, como consequência, a uma alta procura de equipamentos que permitam a aplicação das doses. Nesse cenários, diversos estados têm enfrentado dificuldades para conseguir comprar seringas.

Até então, a compra de seringas e agulhas costuma ser feita por estados e municípios. Durante a pandemia, porém, o ministério decidiu centralizar estes insumos. A previsão do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, é iniciar a vacinação contra Covid-19 no Brasil entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro.

A Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo) afirma que desde julho alertava o ministério sobre a necessidade de planejar a compra das vacinas.

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