Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
Divulgação/Ministério da Saúde
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Assim que as doses de imunizantes contra a Covid-19 terminarem de ser distribuídas a pessoas maiores de 18 anos, o Brasil vai iniciar a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos, de acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.



Apesar de os menores de idade ainda não estarem listados formalmente no Programa Nacional de Imunizações (PNI), o governo federal, Conass e Conasems informaram que a prioridade será para adolescentes com comorbidades.

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Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes intimou o Ministério da Saúde, duas semanas atrás, a analisar a inclusão de adolescentes no PNI.

De acordo com Mendes, não faria sentido manter uma restrição de idade para receber os imunizantes considerando que as doses da Pfizer são adequadas para a faixa etária e devido à existência de adolescentes com comorbidades.

Antecipação da vacinação

Além da imunização de adolescentes, outra decisão tomada nesta terça é a de que os estados e municípios não devem antecipar a vacinação entre a primeira e segunda dose por conta própria.

Em nota, o ministro Marcelo Queiroga, o presidente do Conass, Carlos Lula, e o presidente do Conasems, Wilames Ferreira, escreveram que "estados e municípios devem seguir, rigorosamente, as definições do Programa Nacional de Imunizações (PNI) quanto aos intervalos entre as doses e demais recomendações técnicas".

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