Ministro da Economia, Paulo Guedes, e ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
Ministério da Saúde/ Fotos Públicas
Ministro da Economia, Paulo Guedes, e ministro da Saúde, Marcelo Queiroga


A compra de vacinas contra a Covid-19 para o ano de 2022 encontrou uma nova barreira no governo federal: a Proposta de Emenda à Constituição 23/2021  (PEC dos Precatórios). O texto em questão fixa um limite para as despesas com as dívidas do governo, os precatórios.


A PEC deve começar a ser votada no Congresso nesta quarta-feira (3), mas  a indefinição em torno da discussão e da eventual aprovação do texto impediram o Ministério da Saúde de assinar o contrato para a aquisição de 100 milhões de doses da Pfizer. Segundo a CNN Brasil, integrantes da pasta apontam que as novas compras não foram firmadas por falta de previsão orçamentária.


Eles acrescentam que os contratos estão parados por determinação do Ministério da Economia. Comandada pelo ministro Paulo Guedes, a pasta aguarda a aprovação da PEC para liberar as negociações.



Em meio a isso, no parecer do relator da proposta na Câmara, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), foi prevista a destinação de R$ 15 bilhões para despesas relacionadas à vacinação contra a Covid-19. De acordo com a publicação, o objetivo é que esse valor seja liberado ainda no Orçamento deste ano.

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