Pele com Mpox
Ministério da Saúde
Pele com Mpox

Em 2026, o Brasil registra casos de Mpox em estados como Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo, da cepa Clado Ib.  As pessoas infectadas seguem isoladas e em tratamento. 

A doença é transmitida de várias formas, entre elas, pelo contato com lesões, secreções respiratórias e saliva (veja detalhes ainda nesta reportagem).

Tudo o que se sabe sobre a Mpox
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Tudo o que se sabe sobre a Mpox


Casos no Brasil

Em Porto Alegre, conforme a Secretaria Municipal de Saúde,  a infecção ocorreu fora do Rio Grande do SulNa Bahia, os registros são em Vitória da Conquista, de uma mulher que não mora na cidade, e em Salvador, de  um homem que é natural de Osasco, em São Paulo.

Em São Paulo, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o infectado é um homem, de 39 anos, residente em Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro.

Além disso, a Secretaria de Saúde da Bahia, esclarece que  outros dois casos estão sob análise e três foram descartados. A pasta salienta que nenhum dos registros tem ligação com o Carnaval. O estado reforça que não procede a informação de que há 38 registros confirmados da doença.


O que é Mpox?

A Mpox é causada pelo vírus MPXV, sendo transmitida, principalmente, pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva. Os primeiros sintomas da Mpox são febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e gânglios inchados (ínguas), seguidos de lesões na pele. 

Conforme o Ministério da Saúde, as erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, contudo,  podem aparecer antes desse sintoma.

Mpox é um vírus da mesma família que o da varíola
Divulgação/Cofen
Mpox é um vírus da mesma família que o da varíola


"As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas, que secam e caem", explica a pasta. 

O diagnóstico da doença é através de exames laboratoriais, molecular ou sequenciamento genético. "Amostra a ser analisada será coletada, preferencialmente, da secreção das lesões. Quando as lesões já estão secas, o material encaminhado são as crostas das lesões", frisa o Ministério da Saúde.





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