
A dor musculoesquelética e o aumento do excesso de peso formam hoje uma combinação que preocupa médicos em todo o país. À medida que o sedentarismo cresce e a rotina se torna mais desgastante, aumentam também as queixas de dor persistente na coluna, joelhos, quadris e ombros, muitas vezes acompanhadas por perda de força muscular, redução da mobilidade e queda expressiva da qualidade de vida.
Mais do que sintomas isolados, esses quadros revelam um desequilíbrio multifatorial que envolve hábitos, rotina, saúde metabólica e até aspectos emocionais.
O impacto é ainda maior porque muitos pacientes acreditam que sentir dor é algo “normal” com o passar dos anos e acabam postergando a busca por ajuda até que o problema se transforme em limitação funcional.
Além disso, cresce a confusão em torno de tratamentos rápidos para emagrecer, dietas restritivas e automedicação, fatores que podem agravar o quadro e dificultar a recuperação. Nesse cenário, especialistas reforçam que informação adequada, acompanhamento médico e prevenção são pilares indispensáveis para quem deseja envelhecer com mais movimento, autonomia e segurança.
É com essa visão que o Dr. Thiago Lusvarghi, ortopedista com pós-graduação em Nutrologia, Nutrologia Esportiva, Medicina do Exercício e do Esporte e Medicina Intervencionista da Dor, além de MBA em Gestão Hospitalar, estrutura sua atuação. Ele conta que muitos dos pacientes que chegavam ao consultório não apresentavam apenas lesões pontuais, mas um conjunto de fatores que exigia uma abordagem mais ampla.
“Percebi que a dor crônica, o excesso de peso e a perda de força caminhavam juntos. Não dava mais para tratar só a lesão, era preciso cuidar do corpo como um todo.”
Hoje, sua prática integra ortopedia clínica, medicina da dor, medicina do exercício e emagrecimento clínico. O foco, segundo ele, é devolver ao paciente a capacidade de se mover sem limitações, melhorar a função muscular e promover saúde de forma sustentável.
Pacientes costumam chegar com dúvidas sobre uso de medicamentos para emagrecer, medo de que exercícios piorem a dor ou frustração após diversas tentativas sem resultados duradouros. “O exercício bem orientado faz parte do tratamento, ele não é o vilão”, explica.
Entre os avanços da área, o Dr. Thiago destaca as terapias minimamente invasivas guiadas por imagem, que aumentam a precisão no tratamento da dor, e a evolução dos programas de emagrecimento clínico baseados em evidências, que combinam mudança de comportamento, acompanhamento médico e, quando indicado, o uso responsável de medicações.
“Resultados reais vêm de ciência, constância e entendimento do processo. Cada paciente tem um corpo, uma história e uma velocidade.”
Para quem busca um profissional qualificado, o médico reforça a importância de fugir de soluções milagrosas e buscar alguém que observe o paciente de forma integral. Ele lembra que saúde é construída ao longo do tempo e depende de escolhas consistentes. “O melhor caminho é sempre aquele que respeita o corpo e prioriza resultados sustentáveis.”
Fonte – Dr. Thiago Lusvarghi
Ortopedista com pós-graduação em Nutrologia, Nutrologia Esportiva, Medicina do Exercício e do Esporte e Medicina Intervencionista da Dor. Possui MBA Executivo em Gestão Hospitalar e atua com ortopedia clínica, controle de dor, reabilitação funcional e emagrecimento clínico, unindo performance, prevenção e longevidade.
