A autorização é um marco histórico em uma pandemia que ceifou mais de 290 mil vidas nos Estados Unidos
Foto: Rafael Arbulu
A autorização é um marco histórico em uma pandemia que ceifou mais de 290 mil vidas nos Estados Unidos

Enquanto os americanos entram no fim de semana com uma boa notícia, após agência regulatória de saúde dos EUA (FDA, na sigla em inglês) autorizar a vacina contra a Covid-19 da Pfizer para uso emergencial, a previsão é de que os impacatos práticos da vacinação comecem a ser sentidos é para daqui a alguns meses.

Em entrevista à CNN, Ugur Sahin, o CEO da empresa alemã BioNTech que é parceira no desenvolvimento do imunizante, afirmou que é possível que o país, que está prestes a entrar no inverno, tenha um verão com menos incidência da doença.

"Não teremos um impacto direto na propagação da pandemia nos próximos meses, já que precisamos, é claro, atingir uma grande proporção da população para reduzir a velocidade do surto", disse ele, ao canal de notícias. 

"Pode demorar até o início ou meados de março até observarmos os primeiros efeitos. E espero que, com a primavera, tenhamos naturalmente um índice menor de infecções. E a combinação desses dois fatores pode nos ajudar para ter um verão melhor do que a situação é agora", afirmou.

A autorização é um marco histórico em uma pandemia que ceifou mais de 290 mil vidas nos Estados Unidos.

Com a decisão, os Estados Unidos se tornam o sexto país — além de Reino Unido, Bahrein, Canadá, Arábia Saudita e México — a liberar a vacina. Outras autorizações, inclusive da União Europeia, são esperadas dentro de semanas.

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