Já são 93 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil
Foto: Eduarda Esteves/iG
Já são 93 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil

O país registrou 2.914 mortes por Covid-19  nas últimas 24 horas e totalizou, nesta sexta-feira (23), 386.416 óbitos acumulados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 2.524. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Já são 93 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil e 38 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia. Ainda de acordo com os dados do Conass, são 28 dias com a média acima da marca de 2,5 mil. 

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 14.237.078 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 69.105 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 57.803 novos diagnósticos por dia. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

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Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 145 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 3 milhões morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Recorde no mundo

Com os recentes recordes de casos de Covid-19 na Índia, o mundo registrou o maior número de infectados nas últimas 24 horas: 899 mil novos casos, segundo o projeto "Our World in Data".

O número superou o recorde de 889 mil infectados de quarta-feira (21) e os 880 mil registrados em 7 de janeiro, quando os Estados Unidos passavam pelo seu pior momento da pandemia.

Na Índia, foram confirmados 332 mil casos, o que torna o país responsável por 37% de todos os infectados nas últimas 24 horas no mundo.

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