Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, prevê um ano de 2022 com um 'leque' maior de vacinas disponibilizadas à população
Divulgação/Ministério da Saúde
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, prevê um ano de 2022 com um 'leque' maior de vacinas disponibilizadas à população

Diante da maior oferta de vacinas em 2022, o ministro da Saúde , Marcelo Queiroga , espera um cenário mais favorável contra a Covid-19 para o Brasil. Segundo o cardiologista, o governo tem se preparado para o próximo ano da pandemia, e a meta é imunizar todos adultos até dezembro. As declarações foram dadas em entrevista à imprensa nesta segunda-feira.

"No ano que vem, a gente já tem um cenário de vacinas mais favorável. Primeiro, porque essas vacinas já existem. Não é uma promessa de vacina, hoje já tem vacina. Então há como nos programarmos melhor com o que temos. Segundo ponto: o Brasil já tem um acordo de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para produzir essas vacinas com IFA nacional", avaliou o ministro Queiroga .

Essas doses devem ficar prontas a partir de outubro. Os imunizantes começarão a ser produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ainda neste mês. Além disso, pode haver necessidade de aplicar dose de reforço:

"A evidência científica é criada ao longo do tempo. (...) Como essa vacinação começou no início do ano, no final de dezembro ou início de janeiro, a gente já consegue ter estudos de efetividade com os vários tipos de imunizante e avaliar a necessidade de aplicar reforço em 2022."

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A estratégia do governo para 2022, que é ano eleitoral, é ampliar o leque de vacinas contra a covid . Uma das apostas é a vacina da Moderna, mas não se sabe ainda quando o contrato deve ser assinado. Também está prevista a chegada de imunizantes da Janssen, braço farmacêutico da Johnson&Johnson, a partir deste mês e a produção da ButanVac, que aguarda liberação para testes.


Atualmente, são aplicadas as seguintes vacinas : Coronavac (Sinovac Biotech e Instituto Butantan), Covishield (Universidade de Oxford, AstraZeneca e Fiocruz) e Comirnaty (Pfizer/BioNTech). A importação da Covaxin, da Bharat Biotech, e da Sputnik V, do Instituto Gamaleya, já foram autorizadas de forma excepcional e temporária pela Anvisa.

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