Vacina fabricada na China, Cansino
Divulgação/CanSinoBIO
Vacina fabricada na China, Cansino

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira que o laboratório Biomm pediu que agência encerrasse a análise do pedido de uso emergencial da vacina Convidencia. Assim, os planos da empresa são solicitar o registro para uso definitivo no Brasil.

Com o pedido, o imunizante contra a Covid-19 desenvolvido pela CanSino passa a ser avaliado, de modo excepcional, pelo processo de Submissão Contínua. É por meio dela que a agência recebe estudos, informações e documentos enquanto a empresa ainda realiza pesquisas e testes, o que acelera a análise. Segundo a Anvisa, um novo pedido deve ser apresentado.

A liberação para o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 no país vale enquanto vigorar a emergência em saúde pública. Por isso, a Biomm argumenta que o registro definitivo se adequaria ao atual momento pandêmico do Brasil.

“A migração do pedido considera o contexto atual da pandemia, como o avanço da vacinação e a ampliação das faixas etárias, bem como a possibilidade de contribuir com a imunização dos brasileiros de forma contínua e definitiva”, diz a nota da Biomm.

Nos planos da biofarmacêutica, está importar doses da CanSino, diretamente da China caso haja aprovação da Anvisa. Depois, deve passar a produzir em Nova Lima (MG). Segundo a empresa, o investimento no local foi de US$ 90 milhões.

O pedido para uso emergencial havia sido entregue em 8 de novembro. A vacina em dose única já fou aprovada na Argentina, na China, no Chile e no México, entre outros países. As doses podem ser guardadas em geladeira de 2°C a 8°C.

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