Semana da Saúde acontece entre os dias 14 e 18 de junho
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Semana da Saúde acontece entre os dias 14 e 18 de junho

Para muitas mulheres o assunto higiene íntima ainda é tabu, no entanto, cuidar dessa região também é cuidar da saúde do corpo . Pequenas mudanças de hábitos podem contribuir para preservar a saúde da região.

Enquanto alguns ginecologistas indicam o uso de sabonetes próprios para a região , outros alegam que tais produtos alteram a flora vaginal facilitando inflamações e infecções. Cabe ressaltar que não existe uma regra, algumas mulheres podem ter reações com um determinado produto e outras se darem bem.

iG promove a 1ª Semana da Saúde entre os dias 14 e 18 de junho
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iG promove a 1ª Semana da Saúde entre os dias 14 e 18 de junho

O pH vaginal é considerado ácido, (pH4), caso ele fique mais ácido (pH3,8) aparece a candidíase. Se ele diminuir a acidez (pH4,5) predispões a outras infecções como vaginose bacteriana. Alguns sabonetes podem alterar o pH vaginal, causando essas infecções.

Por isso, ao usar um sabonete é importante verificar os sinais do corpo como vermelhidão e ardência , que são os sintomas mais comuns. Sabonetes neutros podem ser uma opção para o caso de não adaptação de algum próprio para a região.

Lembre-se de não utilizar mais de uma vez ao dia, evitar buchas , não esfregar com muita força com movimentações da frente para trás, evitando infecções vaginais causadas por bactérias da região anal. No quesito depilação alguns profissionais indicam que não se remova totalmente os pelo, deixando-os apenas aparados.

Em relação ao uso de absorventes , é importante trocar o interno a cada 5 horas e externos a cada 4 horas ou de acordo com a intensidade do fluxo. O uso prolongado pode tornar a região propensa a proliferação de fungos e bactérias por conta do sangue.

Evite o uso de protetor diário fora do período de menstruação pois seu uso contínuo impede a ventilação adequada para a região.

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Roupas íntimas de matérias sintéticos dificultam a transpiração, dê preferência a materiais de algodão . Durante a noite é recomendável dormir sem calcinha para deixa-la “respirar” por algumas horas do dia.

Especialista também dizem que não se deve deixar roupas íntimas secando no banheiro, pois o ambiente úmido favorece a proliferação de fungos e bactérias . Procure também lavá-las com produtos mais neutros. Caso esteja com roupas de banho, evite ficar muito tempo fora da água com utilizando elas molhadas ou úmidas.

Depois das relações sexuais, é importante fazer uma boa higiene para evitar infeções ou doenças. Após a relação, deve-se urinar para evitar o surgimento de infeções urinárias e, em seguida, lavar a região íntima com água.

Quem usa lubrificante deve evitar os que são à base de óleo ou de silicone, pois não saem facilmente com água, o que pode prejudicar a flora vaginal, dificultando a higiene íntima e promovendo a proliferação de fungos e bactérias e favorecendo o desenvolvimento de infecções vaginais.

Caso a mulher faça sexo anal, deve evitar também inserir o pênis no ânus e posteriormente na vagina, pois isso também favorece o desenvolvimento de infecções. Além disso, mulheres com alergia ao látex podem ter mais propensão a desenvolver irritações na vagina e desconfortos após o sexo, por isso é recomendado que elas optem por camisinhas feitas sem o material.

Por fim, as idas ao ginecologista são sempre recomendadas, onde serão feitos exames de rotina para checar se está tudo bem. Cólicas, menstruação desregulada, aumento do fluxo são tópicos que devem ser discutidos com o profissional.

Os métodos contraceptivos são fundamentais para o controle de natalidade. Converse com o profissional para avaliar as melhores opções para cada caso.

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