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Inglês Andy Whelan compartilhou imagem para mostrar realidade da doença e fez pedido emocionante para que pessoas encontrem novos tratamentos

Jessica passou por quimioterapia e outros tratamentos, mas o tamanho do tumor não regrediu e câncer se espalhou
Facebook/ Jessica Whelan - A fight against Neuroblastoma/ Reprodução
Jessica passou por quimioterapia e outros tratamentos, mas o tamanho do tumor não regrediu e câncer se espalhou

A imagem acima foi tirada e compartilhada por um pai que sabe que vai perder sua filha de apenas quatro anos nas próximas semanas. Jessica passou pelo tratamento de um neuroblastoma, tipo de câncer comum em crianças,­ durante 13 meses, mas a doença apenas piorou.

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“Esta fotografia foi feita em um momento que nós, pais, não pudemos oferecê-la nenhum conforto. Ela nos afastando enquanto suporta essa dor alucinante sozinha”, escreveu o eletricista inglês Andy Whelan em uma página dedicada a Jessica no Facebook.

Em apenas cinco dias, mais de 32 mil pessoas curtiram a foto e mais de 11 mil a compartilharam na rede social.  O objetivo do pai é fazer com que as pessoas pensem mais no câncer infantil. “Pesquisas precisam ser feitas, curas precisam ser encontradas. Tempo demais já foi permitido para que isso acontecesse. Por favor, eu imploro, como um pai com coração partido, é tarde demais para minha filha, mas o câncer infantil precisa ser curado. Nenhuma família deveria precisar passar por este inferno.”

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O diagnóstico foi feito em setembro de 2015, após a menina reclamar de dores nos braços e ombros. Inicialmente, os médicos acharam que se tratava de uma infecção nos ossos, mas, após dez semanas no hospital, os especialistas decidiram reexaminar a garota. Whelan explicou em entrevista ao site Daily Mail que a filha chorava de dor durante a noite.

Jessica passou por quimioterapia, mas o tamanho do tumor não regrediu. Em seguida, iniciou um tratamento que fez com que se sentisse o melhor suficiente para conseguir voltar para casa. Whelan afirmou que vivia com sua câmera pendurada no pescoço para capturar cada momento, cada sorriso ou abraço no irmão mais novo.

Apesar da melhora, o tumor só cresceu, e já não havia mais terapias que pudessem curar o câncer de Jessica. “Foi chocante. Por fora ela parecia tão bem que foi difícil acreditar que ela não estava melhorando.”

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Em outubro deste ano, o tumor se espalhou para outros órgãos. Foi neste momento que o médico precisou perguntou aos pais qual medida tomar: continuar um tratamento que não prolongaria muito mais a vida de Jessica ou, então, deixa-la viver normalmente com o tempo que ainda restava.

De acordo com os médicos, a pequena tem, agora, apenas algumas semanas restantes. Tudo o que a família passou e ainda vai passar fez com que os pais de Jessica se movimentassem para arrecadar fundos para o câncer infantil.

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