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Além dos casos confirmados, foram 157 mortes registradas desde o início do ano até o dia 17 de junho em todo o estado

Mosquito dengue
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas

O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos.

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São elas: São José do Rio Preto (25.107); Bauru (24.515); Campinas (22.355); Araraquara (12.863); São Paulo (12.144); Ribeirão Preto (7.263); Birigui (6.836); São Joaquim da Barra (5.410); Barretos (5.059) e Guarulhos (4.812).

“Devido à circulação do sorotipo 2 de dengue , mesmo os pacientes que já tiveram dengue tipo 1, por exemplo, estão suscetíveis a infecções, o que contribui para o aumento de casos e até mesmo para a ocorrência de quadros clínicos mais graves”, diz a nota da Secretaria Estadual de Saúde.

Acrescenta que a dengue é sazonal e sua incidência tende a aumentar no verão, período que favorece a proliferação do mosquito  Aedes aegypti .

“Além disso, trata-se de uma doença cíclica, com oscilação de casos e aumento a cada três ou quatro anos, em média”, explica a secretaria.

Combate ao mosquito

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho de campo para combate ao mosquito transmissor da dengue é de responsabilidade dos municípios, conforme a diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).

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“O estado presta auxílio por meio de treinamentos técnicos, além de apoio, sempre que necessário, do efetivo da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) para ações de nebulização, entre outras. Há ainda a realização de exames de sorologia com finalidade epidemiológica por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz”, finalizou a secretaria.