O cantor Roberto Leal morreu no domingo (15) depois de um melanona maligno ter evoluído e atingido órgãos do corpo, como o fígado. Este câncer de pele é uma variante rara da doença, mas extremamente agressiva e letal. 

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Médico apontando para pinta nas costas de uma mulher
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O melanoma, tipo raro de câncer de pele, parece uma pinta nas fases iniciais, mas leva à morte em 30% dos casos

Diferentemente do carcinoma, que representa 90% dos casos anuais de câncer de pele e surge em decorrência da exposição ao sol e tem desenvolvimento lento e que raramente chega à metástase , o melanoma pode levar à morte em cerca de 30% dos casos. 

Portanto, não se pode deixar enganar pelas fases iniciais aparentemente brandas desse câncer. "O melanoma é uma lesão de pele cujo maior problema é o aprofundamento. Continua sendo uma pintinha, mas vai penetrando feito uma escavadeira de metrô", afirmou Artur Malzyner, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e consultur da Clínica de Oncologia Médica, em São Paulo, ao O Globo .

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Outras informações sobre o câncer de pele de Roberto Leal

roberto leal
Divulgação
Cantor Roberto Leal morreu aos 67 anos de idade vítima de câncer de pele

Quando se fala da causa desse tipo de lesão de pele, a maior culpada é a irradiação ultravioleta do sol, e os grupos de risco são pessoas de pele clara e/ou de origem europeia. Há também indícios de que esse tipo de câncer seja mais comum nas áreas do globo onde a insolação é maior.

Além de tomar medidas para se proteger da irradiação ultravioleta, também é essencial consultar um oncologista, dermatologista ou clínico-geral a respeito de qualquer mancha suspeita na pele. 

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Exames periódicos, segundo Malzyner, também são essenciais, bem como a dermatoscopia, se for possível fazê-la. Este exame é capaz tanto de detectar a malignidade das pintas como de comparar a evolução delas ao longo dos anos, facilitando um eventual diagnóstico e tratamento de câncer de pele

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