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Vacina contra H1N1 será aplicada, entre outros, em funcionários de prisões

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta quinta-feira (2) que os profissionais da segurança serão o segundo grupo a ser imunizado com a vacina contra o vírus H1N1 . Segundo o ministro, o objetivo é atender principalmente os trabalhadores do sistema penitenciário.

A campanha de imunização já foi adiantada pelo governo federal e o primeiro grupo selecionado para receber as vacinas foram os profissionais da Saúde.

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde de hoje, o Brasil registrou mais 59 mortes causadas pelo novo  coronavírus (Sars-CoV-2) nas últimas 24 horas, fazendo o total subir para 299. A alta corresponde a um crescimento de 19,7%.

Ainda de acordo com a pasta, os novos casos confirmados de Covid-19 são 1.074, totalizando 7.910. O aumento foi de 13,6%. Já a taxa de letalidade passou de 3,5% para 3,8%.

Mandetta também anunciou o cadastro de profissionais da saúde para enfrentamento da pandemia no Brasil. Ele esclareceu essa é uma medida para convocações apenas em caso de necessidade de reforçar equipes médicas nos Estados.

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O objetivo, segundo o chefe da pasta, é saber quem quer e tem disponibilidade para isso. O ministro disse que quer trabalhar com quem pode em vez de convocar para evitar problemas futuros com recursos humanos.

"Se você é médico, enfermeiro, esses profissionais de saúde, se entende que você pode sair da sua cidade para atender em outra cidade a qualquer momento, se você está bem de saúde, se você entende que está apto a fazer, o Ministério da Saúde vai saber que você, num determinado lugar, num determinado momento, pode fazer parte de uma força-tarefa", disse Mandetta.

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