Agência Brasil

Covid-19
Pixabay/Creative Commons
Aplicativo fará parte das estratégias da retomada das atividades econômicas

Um aplicativo desenvolvido no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) já foi adotado por municípios de três estados para monitorar casos de Covid-19 . Desenvolvido pela empresa Lemobs, residente da incubadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ), o aplicativo Minha Saúde foi recomendado pela Confederação Nacional dos Municípios.

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Em Teresópolis, no Rio de Janeiro, o aplicativo fará parte das estratégias da retomada das atividades econômicas. As empresas que voltarem a funcionar na cidade deverão pedir que seus trabalhadores instalem o aplicativo , que é capaz de registrar sintomas e fatores de risco que ficam disponíveis para as secretarias municipais de Saúde.

Apesar de não substituir o diagnóstico médico, o aplicativo produz uma autoavaliação que gera dados como sintomas mais preocupantes, alergias a remédios, e comorbidades. O aplicativo contém um mapa com unidades de saúde e pode recomendar ao usuário que busque um desses serviços, dependendo de sua avaliação.

Em Juazeiro do Norte, no Ceará, o aplicativo também foi indicado a empresários pela prefeitura, que recomenda que os funcionários utilizem o serviço para gerar dados de monitoramento sobre a situação da doença na cidade. Oito cidades de Minas Gerais também decidiram adotar o aplicativo desde maio.

Outra informação útil para as secretarias de Saúde é o georreferenciamento, que permitirá identificar focos de contágio com o rastreamento de onde uma pessoa com sintomas de covid-19 esteve.

Segundo a Lemobs, o aplicativo já foi instalado por usuários de 100 municípios, de 15 estados diferentes. Até 15 de junho, o número de usuários chegava a 10 mil.

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