Agência Sanitária analisa autorização excepcional da importação da vacina Covaxin
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Agência Sanitária analisa autorização excepcional da importação da vacina Covaxin

A Diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) rejeitou de maneira unanime, por 5 votos a zero, na tarde desta quarta-feira (31) a autorização excepcional e temporária de importação da vacina Covaxin , que combate o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

A diretora da Agência, Cristiane Rose Jourdan Gomes, a terceira a dar o voto, rejeitou o pedido protocolado pelo laboratório indiano . Antes, dois diretores também rejeitaram a importação, obtendo os 3 votos necessários para obter a maioria.

“Após análise criteriosa na qual não se mostrou preencher os requisitos técnicos mínimos exigidos concluiu pelo indeferimento de pedido de importação do imunizante Covaxin”, declarou a diretora, ponderando que "gostaria de manter o otimismo" para que em breve o imunizante possa ser aprovado.

O diretor Alex Machado Campos informou que a área técnica da Anvisa identificou "riscos e incertezas no uso da Covaxin nas condições atuais", e por conta disso, rejeitou a importação do imunizante produzido pela farmacêutica Bharat Biotech:

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“Assim, após avaliação final foi concluído que o plano de ação enviado pela empresa não foi suficiente para mitigar todos os riscos envolvidos na fabricação da vacina em curto prazo. Dessa forma, o pedido de certificação foi indeferido”.

O Ministério da Saúde já havia adquirido 20 milhões de doses do imunizante indiano antes mesmo da aprovação da agência regulatória, que agora terá que requerer  novo pedido para que o uso em solo nacional seja aprovada.

Analises preliminares indicaram que a Covaxin, aplicada em duas doses, tem 81% de eficácia contra a Covid-19.

(Sob supervisão de Valeska Amorim)

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