Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
Tony Winston/MS
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a ciência e a cooperação científica para o enfrentamento da pandemia. As declarações foram dadas na tarde desta quarta-feira na Universidade de Oxford, na Inglaterra, onde a pasta assinou um termo de intenção para a construção da primeira uma unidade de pesquisa da instituição no Brasil.

"A pandemia nos ensinou muito, mas, sobretudo, ensinou que é através da ciência de qualidade que nós vamos caminhar para ajudar a população mundial a sair de situações como essa", pontuou Queiroga. "É um aceno para o futuro, para a formação de pesquisadores de altíssimo nível, que poderão, sim, construir um sistema de saúde mais eficiente, mais sólido e com capacidade de atender o Brasil com uma qualidade cada vez maior."

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O cardiologista também ressaltou a importância da vacina de Oxford/AstraZeneca para reduzir o número de casos, hospitalizações e mortes. O imunizante é produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no país:

"Essa vacina foi muito importante para reduzir não só o número de casos, mas, sobretudo, o número de óbitos provocado pela pandemia da Covid-19."

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