Cristiana Lôbo
Reprodução/Globo
Cristiana Lôbo

Nesta quinta-feira (11), a jornalista e comentarista de política da Globo, Critisana Lôbo , faleceu em decorrência de um mieloma múltiplo agravado por uma pneumonia. 

A profissional de 64 anos, foi vítima de um tipo de câncer raro que afeta o sistema imunológico. A doença acomete os plasmócitos e glóbulos brancos produzidos pela medula óssea, que ajudam a proteger o organismo contra infecções.

Por afetar o sistema de defesa do corpo, é comum que pessoas diagnosticadas fiquem mais frágeis e propensas a apresentarem casos de infecções, como uma pneumonia.

Os cânceres hematológicos (das células do sangue) são mais raros. Casos semelhantes ao de Cristiana Lobo, correspondem a 1% de todos os tipos de câncer e geralmente afetam pessoas acima dos 60 anos. 

A doença costuma ser assintomática nas fases iniciais, mas entre os possíveis sintomas estão: fraturas, dor nos ossos, fagia ou cansaço, infecções, anemia, palidez e perda de peso. Por não ter uma causa específica, não existem tratamentos de prevenção a este tipo de câncer. 

O mieloma múltiplo não tem cura e nem tratamento específico. Cada paciente reage de uma forma a doença e pode, ou não, precisar de tratamento para controle do câncer. 

Mesmo que o paciente possa conviver por um período sem apresentar sintomas graves, é invitável que a doença evolua. Nesta fase, os trastamentos consistem em quimioterapia e imunoterapia. 

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O próximo passo do tratamento é um transplante com células da própria medula do paciente. O autotransplante deve aumenar o tempo que o paciente vai ter sem precisar de tratamento constante. 

Para definir a melhor estratégia, é essencial o acompanhamento e diagnóstico médico, principalmente por ser uma doença que se manifesta de formas diferentes em cada pessoa. 





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