grupo faz parte de 39 diferentes famílias, em que, no mínimo, um integrante tenha dado positivo para o patógeno que provoca a Covid-19, em teste PCR
Foto: ELIZABETH FISCHER, MICROSCOPY UNIT NIH/NIAID
grupo faz parte de 39 diferentes famílias, em que, no mínimo, um integrante tenha dado positivo para o patógeno que provoca a Covid-19, em teste PCR

Os anticorpos dos pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) podem permanecer no organismo, pelo menos, por quatro meses após o contágio. Segundo estudo publicado, na terça-feira (13), por pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia (THL).

Os pesquisadores analisaram 129 pessoas desde março. O grupo faz parte de 39 diferentes famílias, em que, no mínimo, um integrante tenha dado positivo para o patógeno que provoca a Covid-19.

De acordo com o estudo, 63 das 64 pessoas que deram positivo em exame de diagnóstico desenvolveram anticorpos durante o primeiro mês de infecção. A pesquisa diz ainda que foram encontrados anticorpos em outros 17 indivíduos que deram negativo no teste PCR.

Os pesquisadores indicaram que a quantidade de anticorpos entrou em queda com o passar do tempo, até que, quatro meses depois da infecção. "Os resultados deste estudo confirmam a evidência de que os anticorpos produzidos após uma infecção natural e sua imunidade potencial durariam pelo menos quatro meses", disse Merit Melin, diretora de pesquisa do THL.

Uma das pesquisadoras admitiu que não há certeza sobre que tipo de imunidade é a que protege o organismo humano contra um novo contágio do novo coronavírus.

Além disso, ainda não é claro o tempo que persistem no organismo os anticorpos específicos do Sars-CoV-2, causador da Covid-19, já que pesquisas realizadas até hoje indicaram resultados divergentes. 

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