Vacina
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Protocolo que sugere cautela entre pessoas com histórico de alergias é comum ao lidar com vacinas novas

O órgão regulador de medicamentos no Reino Unido emitiram um alerta que orienta as pessoas com histórico "significativo" de alergias a não tomarem a vacina contra a Covid-19 desenvolida pela Pfizer, cuja distribuição no país iniciou quarta-feira (8).

O protocolo é comum com novas vacinas e ganhou urgência após duas pessoas com históricos graves de reações alérgicas responderem negativamente aos imunizantes. Apesar do alerta, de acordo com o jornal britânico The Guardian os pacientes se recuperam bem e não apresentaram maiores complicações.

De acordo com a agência, reações significativas são aquelas semelhantes à anafilaxia - caracterizada pela dificuldade respiratória, vômitos, irritação na pele e, em casos mais graves, choque hemorrágico - ou pessoas que precisam portar adrenalina autoinjetável.

A primeira etapa de vacinação no Reino Unido proriza funcionários do sistema de saúde, pessoas inseridas no grupo de risco para a Covid-19 e idosos com mais de 80 anos. Experimental, a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech apresentou mais de 90% de eficácia até agora.

Veja o comunicado: 


"Qualquer pessoa com histórico de reação alérgica significativa a uma vacina, medicamento ou alimento (como histórico anterior de reação anafilactoide, ou aqueles que foram aconselhados a carregar um autoinjetor de adrenalina) não devem receber a vacina Pfizer / BioNtech.

Instalações de reanimação devem estar disponíveis o tempo todo para todas as vacinações. A vacinação só deve ser realizada em instalações onde existam medidas de reanimação."

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