O governo entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) neste sábado (12) o plano nacional de vacinação contra a Covid-19.

"Apresento, de forma anexa ao presente expediente, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19", diz o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no documento entregue ao Supremo. 

O plano não traz, no entanto, a data de início da vacinação no Brasil. De acordo com o documento, para "a incorporação da nova vacina no Calendário Nacional de Vacinação faz-se necessária a aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)". 

O documento prevê a disponibilização de 108,3 milhões de doses para mais de 51 milhões de pessoas de grupos prioritários, divididos em quatro fases.

Horas após o anúncio, pesquisadores que assessoraram o Ministério da Saúde e tiveram os nomes citados no documento emitiram nota conjunta afirmando não terem sido consultados antes de envio do plano de vacinação ao STF.

Hoje (13), após a repercussão do posicionamento dos estudiosos, a pasta divulgou uma nota sobre o caso. 

O ministério da Saúde diz que os profissionais citados foram convidados para participar de debates "com cunho opinativo e sem qualquer poder de decisão na formalização do Plano de Imunização contra Covid-19".

"Vale destacar que os convidados especiais foram indicados Programa Nacional de Imunizações para participarem de debates, com cunho opinativo e sem qualquer poder de decisão na formalização do Plano de Imunização contra a Covid-19", diz o comunicado.

Confira aqui o plano de imunização



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