Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo
Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan

"Se não houver incorporação pelo Ministério da Saúde, existe interesse de outros estados e municípios. Então sim, é possível que haja atendimento a essa demanda", respondeu Covas em entrevista à Globonews. Atualmente, o Minstério da Saúde e o Butantan possuem acordo para aquisição de 46 milhões de doses da vacina.

Existe a possibilidade, porém, de adicionar mais 54 milhões de doses da vacina ao contrato para incorporação ao Plano Nacional de Imunização (PNI). Apesar de, segundo o Ministério, o prazo para formalização do pedido ser até maio deste ano, o instituto reforça a importância de uma sinalização com antecedência para agilizar o planejamento e produção da vacina.

"É necessário que o ministério se pronuncie, porque nós estamos no fim de janeiro e essa produção estaria prevista para início em abril. Portanto, não haverá tempo para negociarmos com a nossa parceria em relação à matéria-prima se não houver essa manifestação", explicou Covas.

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