Agência Brasil

A entrega está programada para começar no final de fevereiro, mas a Covax explica que o valor é uma projeção e depende de uma série de fatores
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A entrega está programada para começar no final de fevereiro, mas a Covax explica que o valor é uma projeção e depende de uma série de fatores

A Covax Facility, aliança da Organização Mundial da Saúde (OMS) para ajudar os países em desenvolvimento a ter acesso a vacinas contra a Covid-19 anunciou, hoje (3), a primeira previsão de distribuição dos imunizantes. A previsão do consórcio é de que o Brasil receba apenas 10,6 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ainda no primeiro semestre de 2021.

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No sábado (30), o Ministério da Saúde informou que o país receberia de 10 a 14 milhões de doses do imunizante a partir de fevereiro.

A iniciativa será realizada numa parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), com a Aliança Gavi, que coordena a união global por vacinas.

Segundo comunicado das entidades, a projeção é que sejam enviadas ao país 10.672.800 doses da vacina, mas a entrega dependerá de fatores como a disponibilidade do imunizante, aceitação dos países, logística, entre outros.

De acordo com o comunicado, no primeiro lote serão entregues de 35% a 40% das doses. Em uma segunda etapa, a entrega ficará entre 65% e 60% das vacinas.

Ainda de acordo com o comunicado, a projeção é sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.



“O objetivo de compartilhar a distribuição provisória com os países, mesmo no ambiente de abastecimento global altamente dinâmico de hoje, é fornecer aos governos e aos sistemas de saúde as informações de que precisam para planejar seus programas nacionais de vacinação. As alocações finais serão publicadas oportunamente”, disse a aliança.

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