Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca


O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês) dos Estados Unidos questionou, nesta terça-feira (23), o ensaio clínico que apontou eficácia de 79% da vacina da AstraZeneca contra o novo coronavírus . Em comunicado à imprensa, o Niaid afirmou que os testes podem ter usado informações desatualizadas e que poderiam oferecer uma visão incompleta sobre a eficácia.

"Nesta segunda-feira, o Conselho de Monitoramento de Dados e Segurança (DSMB, na sigla em inglês) notificou o Niaid, a Barda (Autoridade de Pesquisa Avançada e Desenvolvimento Biomédico) e a AstraZeneca de que está preocupado com a informação divulgada pela AstraZeneca sobre resultados iniciais do estudo clínico sobre a sua vacina", declara o comunicado. 

Na segunda-feira (22), a AstraZeneca afirmou que sua vacina se mostrou segura e 79% eficaz na prevenção de casos sintomáticos da covid-19 em um ensaio clínico com cerca de 32 mil pessoas nos Estados Unidos. A empresa informou que vai pedir ao governo americano uma autorização de uso emergencial do imunizante . "Pedimos que a empresa trabalhe com o DSMB para revisar os dados de eficiência e garantir que dados mais precisos e atualizados sejam tornados públicos o quanto antes", completa o comunicado.



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