Sputnik, imunizante russo que teve o registro emergencial negado pela Anvisa
Foto: Divulgação/União Química
Sputnik, imunizante russo que teve o registro emergencial negado pela Anvisa

Na tentativa de reverter a negativa de importação da Sputnik V feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na semana passada, os governadores do Nordeste apresentaram novos documentos ao órgão sobre a vacina.

Além de um relatório do Instituto Gamaleya, entidade russa responsável pelo desenvolvimento do imunizante, foi encaminhada uma manifestação técnica do Comitê Científico de Combate a Coronavírus do Consórcio do Nordeste, formado por nove Estados da região.

 Neste documento,o Consórcio Nordeste defende que a eficácia e segurança Sputnik V foram “provadas por testes clínicos fase 1/2 e 3 já publicados em revistas científicas de alto impacto e em avaliação de campo após vacinação em massa”.

O Consórcio afirma que pode solicitar a importação da vacina “de forma emergencial e de caráter excepcional, adicionando salvaguardas para assegurar a qualidade dos lotes importados da Rússia preservando a saúde da população brasileira”.

Em paralelo, o governador do Piauí, Wellington Dias, e do Pará, Helder Barbalho, se reúnem nesta tarde com o embaixador da Rússia, Alexey Labetskiy, para reafirmar o interesse dos Estados do Nordeste e do Norte na compra da Sputnik V. Já foi formalizada entre a fabricante russa e os Estados a compra de 37 milhões de doses do imunizante.

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