Já são 110 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil
Foto: Alex Pazuello/Semcom
Já são 110 dias seguidos no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil

O país registrou 889 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou, nesta segunda-feira (10), 423.229 óbitos acumulados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 2.087. Os dados do Ceará não foram divulgados por problemas técnicos no acesso às bases de dados. 

Já são 110 dias seguidos no Brasil com a média de mortes acima da marca de mil e 55 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 15.209.990 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 25.200 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 61.494 novos diagnósticos por dia. 

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela Covid-19 é liderado por São Paulo (100.854), Rio de Janeiro (46.442) e Minas Gerais (36.062). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.546), Amapá (1.591) e Acre (1.596).

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Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com mais de 3 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,4 milhão, e Rio Grande do Sul, com pouco mais de 1 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de Covid-19 é o Acre, com 79.476, seguido por Roraima (98.372) e Amapá (107.889).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 158 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 3,2 milhões morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

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