Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Mário Oliveira/Semcom
Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)

O ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM) chamou de "cretinice", "absurdo" e "perversidade" a pressão do Ministério da Saúde para que a Prefeitura da capital do Amazonas use a cloroquina para o combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O medicamento não tem eficácia comprovada contra a doença. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

Embora faça essas críticas, Virgílio defende o tratamento com a ivermectina, remédio que está na mesma situação que a cloroquina e não trata a Covid-19. O ex-prefeito tomou o medicamento quando testou positivo para o novo coronavírus.

Além dessa pressão, o Ministério da Saúde pediu autorização para fazer uma ronda nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para encorajar o uso das medicações.

Em um documento enviado ao governo municipal, a pasta classificou como "inadmissível" a resistência em usar os medicamentos. O texto é assinado por Mayra Isabel Correia Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Os secretários estaduais de Saúde também ao ofício enviado pelo Ministério da Saúde. Eles classificaram o documento como "esdrúxulo", "loucura", e dizem que, enquanto o mundo discute a vacina, o Brasil fala em remédios que não funcionam.

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