Micrografia eletrônica de transmissão de uma partícula do vírus SARS-CoV-2, o novo coronavírus
Reprodução/NIAID
Micrografia eletrônica de transmissão de uma partícula do vírus SARS-CoV-2, o novo coronavírus

O número de casos confirmados da  variante Delta do coronavírus aumentou em quase dez vezes durante o mês de agosto no Brasil . Segundo dados do Ministério da Saúde, há um mês, no dia 3, eram 287 pessoas infectadas com a mutação do vírus. Ontem, 1º de setembro, o número foi de 2.736 casos.

A Delta  já está presente em 20 estados, e o Rio de Janeiro lidera no número de casos (907), seguido por São Paulo (757), Rio Grande do Sul (230), Distrito Federal (241), Paraná (126) e Minas Gerais (102).

Ceará (96), Paraíba (87), Santa Catarina (63), Goiás (47), Amazonas (18), Espírito Santo (17), Pernambuco (15), Alagoas (6), Maranhão (7), Amapá (5), Pará (5), Bahia (3), Rio Grande do Norte (3) e Tocantins (1) ainda se mantém abaixo da linha dos 100 casos. Entre os infectados, 74 morreram.

Na terça-feira (31), o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, confirmou a 1ª morte provocada pela variante Delta no estado. A vítima era uma mulher de 74 anos, que já havia completado sua imunização com duas doses da Coronavac.

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Estudos apontam que a variante Delta é mais transmissível e tem maior probabilidade de agredir o sistema imunológico, responsável pelas defesas do nosso organismo.

A variante Delta foi identificada na Índia em dezembro de 2021, e tem sua capacidade de transmissão aumentada. A mutação, que já circula em mais de 111 países, chegou ao Brasil em maio, e segundo um relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) das Nações Unidas, em julho já era predominante em quase 90% das amostras coletadas em todo o mundo.

Os números são atualizados diariamente pelo Ministério da Saúde a partir das notificações das secretarias estaduais, obtidos por investigação das gestões locais.

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