Passageiros vindos dos EUA não poderão desembarcar em Israel
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Passageiros vindos dos EUA não poderão desembarcar em Israel

Para conter o aumento de casos da variante Ômicron da covid-19, o governo de Israel incluiu os Estados Unidos em uma 'lista vermelha' de nações que estão restritas no país. Com a norma em vigor, apenas cidadãos israelenses podem desembarcar de voos vindos dos EUA - com necessidade de sete dias de quarentena.

Israelenses ou residentes com visto permanente em Israel não podem viajar para os Estados Unidos, salvo raras exceções. Além dos EUA, Espanha, Finlândia, França, Noruega, Suécia, Irlanda e Emirados Árabes Unidos também passaram a integrar a lista de restrição, segundo a Reuters.

Reino Unido, Dinamarca, Angola, Cabo Verde e outros países africanos também entram na regra de proibição. O Brasil aparece na lista laranja - onde as viagens são permitidas, mas não recomendadas.

Os brasileiros que chegam no país vacinados devem fazer dois testes de covid-19: um ao desembarcar, e outro três dias após a entrada em Israel. Não vacinados precisam cumprir isolamento de duas semanas.

Segundo o primeiro-ministro Naftali Bennet, há o temor de uma nova onda da doença com a alta de infecções. Deste modo, o governo quer agir rapidamente como em novembro, quando a variante foi detectada. Até então, a lista vermelha estava vazia. A nova cepa, porém, fez com que os países africanos fossem incluídos. Israel tem 134 casos de ômicron, e 307 suspeitos.

Desde o início da pandemia, 1,36 milhão de casos de covid-19 foram confirmados no país, segundo a plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford. Os números crescem a cada semana - ontem, a média móvel de casos chegou a 753. O governo aponta que 62% da população já recebeu duas doses da vacina, e 44% tem a dose de reforço.

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