Vacina produzida pela Universidade Oxford e AstraZeneca deve receber autorização de uso emergencial no Brasil
EPA
Vacina produzida pela Universidade Oxford e AstraZeneca deve receber autorização de uso emergencial no Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai se reunir, nesta segunda-feira (4), com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O encontro ocorre desde as 10 horas e a cúpula do Ministério da Saúde acredita que haverá o primeiro pedido para uso emergencial de uma vacina no Brasil: a desenvolvida pela Fiocruz em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca. As informações são da “CNN”.

A expectativa dos integrantes do ministério é de que essa reunião seja um passo importante para que a vacinação seja garantida ainda neste mês de janeiro. A Anvisa estipula um prazo de 10 dias para responder sobre a aprovação, após o pedido para uso emergencial. Neste mesmo cenário, a agência reguladora já havia autorizado, na semana passada, a importação de 2 milhões de doses de vacinas pela Fiocruz, mesmo ainda sem a autorização para a aplicação.

No domingo (3), a Fiocruz já havia confirmado que o pedido para registro emergencial seria feito nesta semana, em nota divulgada. A ação faz parte de um plano em duas frentes: a importação de vacinas prontas produzidas no Instituto Serum, da Índia, que também produz o imunizante; e iniciar a produção em solo brasileiro, conforme cronograma da instituição.

O objetivo é “contribuir com o início da vacinação ainda em janeiro”, de acordo com a fundação. A Fiocruz mantém a previsão para que o pedido de registro definitivo da vacina seja feito no dia 15 de janeiro e pretende entregar 110 milhões de doses até julho de 2021.

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