Ministro da Saúde Marcelo Queiroga
Walterson Rosa/MS
Ministro da Saúde Marcelo Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que os cuidados com a recém-descoberta variante ômicron são os mesmos que com outras cepas da Covid-19.

"Gostaria de tranquilizar todos os brasileiros porque cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. A principal arma que nós temos para enfrentar essa situação é a nossa campanha de imunização", afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais.

O secretário de Vigilância da Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, reforçou que, além de as pessoas tomarem a vacina contra a doença, elas precisam continuar adotando as medidas farmacológicas de contenção do coronavírus e até mesmo evitar viagens para lugares em que a variante já esteja circulando.

Medeiros não descarta a entrada da nova cepa no Brasil, mas disse que país está preparado para enfrentá-la. "É extremamente importante que mantenhamos o foco na campanha de vacinação e mantenhamos as chamadas medidas não farmacológicas. Evitarmos aglomerações, higienização das mãos, álcool em gel, a etiqueta respiratória", destacou.

Identificada primeiramente na África do Sul , a ômicron foi classificada como "variante de preocupação" pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e causa apreensão por parte de autoridades ao redor do mundo, devido à maior facilidade de transmissão.

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Até o momento, pelo menos 10 países já registraram casos de infecção pela nova cepa do vírus e muitos deles fecharam suas fronteiras a viajantes vindos de países da parte sul do continente africano . O  Brasil proibiu voos de 6 países: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Na mesma live, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, defendeu a medida e disse que ela foi tomada por "precaução", seguindo a conduta de outros países. "Restringiu-se a entrada de pessoas que tiveram pelo menos a 14 dias nesses países onde identificou-se essa variante ômicron. Tudo com o intuito de aprimorar nossa vigilância e retardar a entrada dessa variante no Brasil até que a gente tenha mais ideia dos seus reais impactos, enfim, de todas essas questões", afirmou.

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